Créditos hipotecários a 90% estariam ficando no passado

Hoje em dia os 13 bancos que oferecem empréstimos hipotecários, cinco financiam até 80% do valor da habitação, o resto teria um limite máximo de 90%.
O anterior é devido à entrada de uma norma da Superintendência de Bancos e Instituições Financeiras (SBIF) em Janeiro de 2016. Nesta devem ser estabelecidos os padrões mínimos para que os bancos ofereçam este tipo de créditos, em que se deve considerar a inadimplência e a relação de empréstimo garantia. Desincentivando desta forma, a indústria bancária a prestar mais de 80% da habitação.
Os bancos que oferecem crédito de até 80% do preço da habitação são Banco Falabella, Security, CorpBanca e Itaú. O Banco mundial tem como limite de 75%.
Por outro lado, os bancos Bike, BCI, Banco Estado, Santander, Scotiabank, Banco de Chile, o BBVA e o Consórcio ainda com uma cota 90%. O Economista Alexandre Alarcon afirma que “achava que os bancos iriam adaptar mais rápido ao limite de 80%, mas não foi bem assim. Neste segundo semestre certeza o farão”.
Cristian Lecaros, Gerente Geral de Investimento Fácil, adverte que “os investidores que estão comprando com menos de 20% de pé em projectos de entrega futura, devem ser considerados com cautela e manter a liquidez no caso de que o banco lhes conceda menos de 90% de crédito hipotecário, garantindo assim o seu total fechamento do negócio”.

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3 razões pelas quais as pessoas se endeudan

Há muitas razões por que as pessoas se endeudan, especialmente em março, quando têm que pagar uma universidade, colégio, permissão de trânsito, seguro obrigatório e muitas contas, mais do que se juntam neste temido mês.
Tanto é assim que, de acordo com o XV Relatório de Dívida Morosa a Dezembro de 2016 USS-Equifax, o total de inadimplentes no Chile, incrementou-se anualmente em um 11.3%, sendo 4.295.957 as pessoas endeudadas, o maior nível dos últimos anos.
Mas essa não é a única razão da inadimplência dos chilenos. Aqui estão as principais razões por que as pessoas se endeudan:
1 – Administração Inadequada de suas receitas
O grande problema do endividamento das pessoas é que nunca foram ensinados a gerir os seus rendimentos, ou seja, falta de educação financeira. Ninguém ensina que, para organizar os gastos pessoais, se tem que dar um salário próprio, que é separada das despesas e dívidas que tenham, além de ter um método simples e eficaz para gerenciar o seu dinheiro, que pode chegar de diversas maneiras:
– Receitas de fidelidade: Estas receitas, como a própria palavra indica, são as que você recebe quando você trabalha por dinheiro. Podem ser através de um cheque, em dinheiro, quando você pede um aumento, bônus, horas extras, comissões, gratificações, etc.
– Renda de portfólio: São chamados desta forma os rendimentos que não são tangíveis, mas que são ativos de papel, tais como acções, obrigações, aposentadoria e fundos de investimento.
– Rendimentos passivos: Este tem que ver, por exemplo, com aquele rendimento que provém dos imóveis. É o que menos tempo se ocupa e mais benefícios. Investir em imóveis se dará liberdade financeira e irá ajudá-lo a não estar endividado se mantiver os seus rendimentos dentro do orçamento mensal.
2 – Falta de planejamento e da ordem em suas despesas
A melhor forma de ter um controle dos custos de aquisição é gerenciar um orçamento mensal que planeje suas receitas e suas despesas, de modo a que tenha clareza em que ocuparás o seu dinheiro. O problema é que nem todas as pessoas cumprem com este orçamento que inclua todos os seus gastos.
Aqui deixamos os 6 tipos de despesas que você tem que incluir em seu orçamento mensal para regularizar as suas despesas e não endeudarte:
– Despesas fixas: É chamado dessa forma, para as despesas que devemos realizar, periódica e santo, geralmente, de forma mensal e não variam quanto à quantidade respeita. Os exemplos são as contas das companhias elétricas, telefonia, aluguel, etc.
– Despesas variáveis: Por outro lado, também existem este tipo de despesas que não têm um valor fixo e que dependem do consumo para serem disponibilizados, é dizer que quanto mais se usa, mais dinheiro custa. O exemplo claro é o valor que nos cobram por usar o cartão de crédito.
– Despesas inesperadas: Estas despesas são também chamados de custos de emergências e são os que não tinhas incluídos no seu orçamento mensal, como por exemplo ir ao médico ou comprar medicamentos pela doença.
– Despesas formigas: São chamados desse modo com as despesas que surgem no dia a dia, são reduzidos e que não estão orçamentadas mas que, se não as contas, você pode ter muitos problemas no fim do mês.
– Despesas flexíveis: Este tipo de despesa tem que ver com a compra que você não pode evitar de fazer, mas que se pode discutir o quanto alocar para gastar com ela. Um exemplo disso é a compra de uma jaqueta no inverno.
– Despesas discricionárias: Estes são os custos que tu destinas para uso recreativo, alguns exemplos são saídas ao cinema, dançar, comer, etc.
3 – taxa de desemprego na suas dívidas
Por último, mas não menos importante, está o controle de suas dívidas. Este problema ocorre porque as pessoas não sabem gerir as suas receitas e incluir no orçamento as suas despesas, pelo que terminam sobreendeudados.
Por outro lado, o mau uso de cartões bancários e de retalho aumentaram o nível de endividamento das pessoas, registrando um percentual de inadimplência de 32 e 46%, respectivamente.
É por essas razões que recomendamos que invistam tempo em melhorar sua educação financeira lendo vários artigos e nosso eBook totalmente grátis, que podem servir para poder planificarte de melhor maneira e, assim, evitar um sobreendividamento.

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Rentabilidade perigosa: Cinco dicas para não cair

A propósito da situação que actualmente sofrem de algumas pessoas que foram vítimas de uma suposta fraude levada a cabo por uma empresa de investimentos, o Jornal A Segunda realizou-se a seguinte nota, intitulada “Cinco dicas fundamentais para não cair”, em que o nosso CEO, Cristian Lecaros, serviu como referência para tratar o tema, indicando que uma das ações mais importantes é contar com assessoria jurídica.
Em seguida, mostramos o texto completo:
“A suposta farsa criada pela firma de investimentos AC Inversions tem gerado uma série de perguntas nos meios de comunicação e redes sociais a respeito de como milhares de pessoas puderam ser objeto de irregularidades que resultaram em perdas milionárias, devido a promessas de rentabilidade assegurada. Consultadas 3 empresas que se dedicam a captar investimentos, deram suas recomendações para evitar cair nesses esquemas:
Não crer na promessa de rentabilidade:
Para o economista e gerente geral de Pro, Manuel Bengolea, o primeiro-tip “é o princípio básico de finanças: quando a um lhe prometem uma rentabilidade assegurada é mentira, ela sempre tem relação com o risco. Eu tenho 20 anos neste negócio e aluguel de 0,5% ao mês já é difícil, mais de 3% é impossível”.
Procurar assessoria jurídica:
Um fator chave é “conversar com um advogado, que revise o contrato que foi assinado com a empresa que dá assessoria para saber se no caso de você perder tudo o que investiu, pode ficar em uma posição financeira sustentável”, diz o gerente geral de Inversionfacil.com, Cristian Lecaros.
Ter conhecimento do investimento:
O diretor executivo Rodríguez

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Estatísticas de Investimento Fácil que não sabia e te ajudarão a confiar na empresa

É no ano de 2006, quando Cristian Lecaros, juntamente com Noemí Núñez, fundadores de Investimento Fácil, decidem iniciar-se no mercado imobiliário de investidores formiga, tendo grande receptividade por parte de familiares e amigos que apoiaram para que também possam investir em imóveis, dando seus primeiros passos neste mundo.
Com o passar do tempo, depois de alcançar resultados excelentes e cuidar do bem-estar colectivo através da preocupação com a educação financeira das pessoas, conseguiram consolidar-se como referência obrigatória no mercado de investidores imobiliários, até se tornar o que hoje em dia é no Chile, uma das empresas com maior credibilidade no segmento.
Agora, existem números que avaliam esta afirmação? Claro, e te-las a seguir!
Mais de 2.000 departamentos de investimento.
Mais de 600 investidores altamente satisfeitos.
Uma taxa de mora que apenas atinge 0,3 %.
Um ROI histórico acumulado superior a 500 %.
Mais de 200 milhões de dólares.
Soa bem, certo? Mas isso é realmente necessário mostrar estes números? Sim, e não apenas que sejam de conhecimento para nossos clientes, mas que também possam provar e comprovar que estejam certas.
Esta parte da necessidade atual que têm os investidores de poder confiar na empresa que decidiram ser assessorados, levando em conta que atualmente existem muitas novas “empresas” que oferecem seus serviços sem ter a suficiente preparação ou experiência, e fazem uso de números alterados para fingir que são especialistas no assunto, quando na verdade não é bem assim.
Cabe destacar que, para poder atingir estes excelentes resultados, em Investimento Fácil nos demos a tarefa de criar e consolidar uma equipe de trabalho composta por verdadeiros profissionais na área, que não só operam com os conhecimentos técnicos necessários, mas que possuem uma escala de valores e princípios que são vitais para pertencer a esta família que, durante mais de 10 anos, tem-se ocupado em trabalhar de forma transparente e responsável, a mão-de-principais imobiliárias do mercado, como Inmobilia, Armas, AVSA, Beltec, Fundamenta-se, Imagina-se, entre outras, e com clientes que, sem dúvida, foram os protagonistas do crescimento deste projeto.

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Evita problemas com locatários problemáticos

Quando damos o passo de alugar o nosso imóvel sempre vêm as dúvidas e temores de saber se os locatários serão os corretos, de se cuidar da propriedade ou, pior ainda, se pagar pontualmente os prazos estabelecidos.
É por isso que é importante saber quais são as recomendações dos especialistas para evitar inconvenientes com locatários problemáticos e que estes cumpram com os acordos pactuados.
E tal como adverte a nossa co-fundadora e gerente comercial de Investimento Fácil, Noemí Núñez, em entrevista em 24 horas.cl, no momento em que há um locatário problemático “o próximo passo é o legal. Contratar um advogado e fazer cumprir as cláusulas do contrato para pôr fim a este. No melhor cenário, entre 3 a 6 meses, você poderia tirar um locatário do imóvel, sempre e quando se tenha realizado previamente um contrato em cartório e tendo um bom advogado”.
Quer saber mais sobre como cuidar de um locatário problemático? Entra nesta nota de 24 horas.cl, em que sugerimos diversos procedimentos e precauções na hora de alugar um imóvel.

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Por que devo investir em Estação Central?

O tempo passou e uma comuna que anteriormente podia ser visto como pouco rentável, hoje é visto como uma opção muito boa para investir: Estação Central.
A comuna do setor surponiente de Santiago encontra-se atualmente em um processo de transformação, em que os projectos imobiliários consolidam-se, graças às vantagens que este setor. Em seguida, são listadas algumas delas:
1. Excelente conectividade
Um total de cinco estações da Linha 1 do Metrô de Santiago atravessam esta importante cidade, que também se conecta diretamente com Santiago Centro, através de uma das mais importantes artérias viárias da capital chilena: A Alameda.
Considerando o comportamento do transporte nesta comuna, claramente se percebe uma atraente vantagem ao ser comparada com algumas outras. Avenidas e auto-estradas também dela fazem parte, e diariamente passa uma quantidade considerável de alimentadores de Transantiago, o que torna mais fácil a vida nesta área e, por sua vez, se solidifica como rentável.
2. Valor do solo
Um fator chave que não só aumenta a rentabilidade, mas que se traduz em uma forma mais fácil de investir é a relacionada com o valor do solo, que tende a ser mais econômico do que em outras comunidades com características semelhantes.
3. A proximidade a pontos estratégicos
Entre melhor for a qualidade de vida das pessoas que habitam um determinado setor, as chances de sucesso de um investimento imobiliário aumentam. Neste sentido, Estação Central caracteriza-se também por sua proximidade com escolas, universidades, terminais, supermercados, hospitais, etc.
4. Bom movimento comercial
A grande atividade econômica e comercial que possui Estação Central é outro ponto a favor, desde que pequenos e grandes empreendedores também se veem interessados neste item. Além disso, isto também significa que aqueles que vivem nesta comuna têm “tudo”, apenas a passos de distância.
5. Se vem um grande crescimento
Estação Central conseguiu dar um grande salto no último trimestre de 2015 e liderou a venda de departamentos, tal como explicam esta reportagem Da Terceira, situação que favorece a este sector de Santiago e que contribui para que as previsões sejam positivas em todos os aspectos, de acordo com afirmações de especialistas, que garantem que se espera um maior alcance e crescimento desta área.

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Você sabia que existem as “Dívidas Boas”? E comprar uma propriedade para investimento é uma delas…

Talvez te pareça estranho o conceito de “Dívidas Boas”, sobre tudo porque uma dívida é uma obrigação de pagar ou devolver algo, que geralmente é dinheiro. Mas o que acontece se essa dívida me gera não só as despesas, mas também receitas associadas por tê-la? E, como eles me permitem ir pagando o compromisso associado a minha despesa mensal? É aí quando falamos de “Dívidas Boas”. Cristian Lecaros, CEO de Investimento Fácil nos explica um pouco mais sobre esses conceitos e por que um investimento imobiliário é uma dívida que poderia ser qualificada como “boa”.
“Dívida Ruim”
É quando fazemos um “Gasto Ruim” ou o uso do crédito para comprar algo que perde valor com o tempo, como um automóvel, artigos elétricos ou a roupa, já que estes são bens que se desvalorizan do que os compramos, e não o seu preço, e o seu valor que cresce a cada mês, pelos interesses que são gerados. A Dívida Má tem associado um “Passivo” , coisas que se deprecian com o tempo e não geram receitas ou redução de custos.
Por exemplo, quando compramos um automóvel, no momento de tirá-lo de automotivo perde de maneira instantânea 25% de seu valor, e o custo total vai aumentando a cada mês. Desta forma, o bem continua depreciándose enquanto que o montante da dívida continua a crescer.
Outra prática negativa é usar empréstimos de consumo, cujos prazos de amortização excedam a vida do produto financiado, como por exemplo, pagar por 2 anos, 7 dias de férias que já curti. Portanto, a recomendação para este tipo de despesas é poupar até poder pagar em dinheiro ou em poucas probabilidades preço contado.
Se falamos das piores dívidas, são as que têm uma taxa muito elevada, como créditos de caixas eletrônicos, pagamentos escalonados de cartões de crédito e os créditos rápidos. Essas dívidas são muito perigosas porque, se não se controlam, pode provocar o efeito bola de neve e crescer com grande rapidez, deixando uma pessoa ou família em graves situações de insolvência e estresse familiar.
Por isso, antes de pedir emprestado por uma nova aquisição, há que calcular quantos vão ser os custos adicionais mensal do reembolso do empréstimo ou crédito, mais os juros. Algumas perguntas fundamentais que você pode fazer antes de tomar a decisão são:
Será que eu preciso?
Eu preciso agora ou pode esperar até poder pagar em dinheiro?
Quanto mais me vai custar comprá-lo com crédito?
É uma dívida boa é a que estou comprando dívida ruim?
Se é uma dívida ruim, é muito complicado poder transformá-la em dívida de boa?
“Dívida Boa”
Embora seja uma dívida com sobrenome “Boa”, devemos lembrar que continua a ser uma Dívida. Não obstante, trata-se de utilizar o crédito, mas para adquirir algo que acrescenta valor patrimonial a nossa vida, pode ser que me gerar rendimentos futuros, diminuir custos, mas, em geral, o ativo por trás dessa dívida vai aumentando seu valor com o tempo, como podem ser capacitações, estudos superiores ou de pós-graduação, já que a educação, na maioria das vezes vai de mão em mão com a qualidade de vida, a que podemos aspirar, tanto no econômico como no social. Por isso, quando pensamos em dividendos ou despesas mensais que pode me trazer a esta dívida, devo pensar como um “Gasto ” Bom”.
Por isso é chamado de “Dívida Boa” para pedir emprestado em bens e serviços que:
1.- Tem um ativo associado à dívida que estou adquirindo. Por exemplo: Investimentos Imobiliários.
2. Geralmente aumentam seu valor intrínseco como Ativo com o passar do tempo, como uma casa ou imóvel a uma velocidade maior do que o tamanho de minha dívida. Daí se gera o patrimônio.
3. Ao assumir essa dívida, os activos associados a ela devem gerar renda ou reduzem custos durante a vida do empréstimo, por exemplo, comprar um departamento para posteriormente arrendarlo.
Por que um investimento imobiliário é uma Dívida Boa”
Para Cristian Lecaros, CEO de Investimento Fácil, a dívida “é como o estoque de uma piscina, e o gasto é como o fluxo de uma mangueira”. A “Dívida Boa” tem relação com o compromisso que eu comprar, mas que há um “Ativo” (algo que me gera renda mensal) por trás, que normalmente vai aumentando a mais-valia através do tempo, por exemplo: um investimento imobiliário de valor a dívida no Sistema Financeiro de 1000 UF, mas que implica um ativo que me gera uma renda de, digamos, us $ 200.000 ao arrendarlo, e que, por outro lado, tem um dividendo de r $ 170.000. Finalmente me resta uma diferença a meu favor, de us $ 30.000.-
Outro exemplo seria o de estudar tomar uma dívida para estudar uma pós-graduação de us $3 milhões, pagos em parcelas mensais de r $200.000, onde poderia ter me promovem a mudança de cargo, melhorando assim meu salário e minhas expectativas laborais. Isso é um capital humano que me gera um fluxo atrás do Passivo, que é a dívida de r $3 milhões e, por isso, seria uma “dívida boa”.
Ou um Dentista que incorre em uma dívida financeira para comprar uma melhor máquina para trabalhar em seu consultório, mas que vai gerar maiores receitas. Para onde você vai pagando a sua dívida mensalmente através dos melhores receitas associadas a estas máquinas. Os ricos pensam dessa forma e, por isso, sabem que a dívida se deve usar sabiamente.
Outro exemplo nessa linha pode ser visita semestral ao dentista para uma limpeza e checkeo dental, e assim evitar um gasto maior no futuro provocado por uma complicação dental maior. Portanto, o anterior seria um gasto bem, que no futuro me permitiria poupar um gasto muito maior.
Em resumo, existem 3 razões pelas quais uma propriedade para investimento é uma Dívida Boa:
1. Um investimento de imóveis é boa porque há um ativo tangível (garantia real) por trás dela, que normalmente tem uma mais-valia no tempo que é muito superior ao crescimento do valor da dívida para ter uma boa avaliação de projeto, onde se deve procurar comprar em áreas de grande mais-valia.
2. Se eu não posso continuar pagando essa dívida posso liquidá-la e ficar com um diferencial em meu favor e cancelar a minha dívida original.
3. O gasto associado a essa dívida boa é o dividendo, por ter um ativo, o seu nome associado a ele me ajuda a ir neteando a dívida e me resta, eventualmente, a meu saldo a meu favor.
Algumas considerações gerais. Cada pessoa pode converter-se em seu patrimônio pessoal uma dívida ruim em dívida boa, na medida em que a pessoa saiba como gerar receita associado a essa dívida, por exemplo, transformar minha casa em um lugar de eventos nos fins de semana. Ou arrendar meu carro a UBER (Serviço de Táxi) e gerar receitas associadas a isso.

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Três fatores que influenciam a rentabilidade de um imóvel

Um dos fatores que mais preocupa quem decidir investir em imóveis, é o relacionado com a rentabilidade. Haverá bons ganhos? Será que valerá a pena o risco que supõe um investimento deste tipo? Quanto poderei ganhar ao final do negócio? Estas são apenas algumas das questões que rondam os investidores.
Portanto, é necessário considerar alguns elementos que costumam ser importantes a tomar em conta quando falamos de rentabilidade, e eu os apresento a seguir:
Fase de aquisição do imóvel
Um elemento que costuma ser determinante para o cálculo da rentabilidade de um imóvel, tem que ver com o momento em que a propriedade é adquirida. Em outros posts que te temos falado sobre “Em que fase de um projeto imobiliário, é mais conveniente investir? ”
De todas maneiras, há uma premissa que resume isso: “antes que se faça o investimento, maior será o retorno”. Comprar em branco ou verde, costuma trazer os melhores resultados para o futuro.
Tamanho do departamento
Na atualidade, há um fenômeno evidenciado no mundo dos investimentos imobiliários e está relacionado com a preferência, por parte de um número significativo de moradores, de apartamentos pequenos, uma vez que se traduzem em menor mensalidade de aluguel e menores despesas comuns.
Portanto, ao ser preferido por aqueles que estão dispostos a viver lá, pode ser uma melhor opção para os investidores. Neste post contamos-lhe: “Por que investir em apartamentos pequenos? “.
Comuna em que se investe
Tal e como eu disse em algum momento, o mais recomendado é investir em comunas centrais e com formatos pequenos, devido a que são ocupados com rapidez.
Neste sentido, Santiago Centro, a Estação Central, São Miguel e até mesmo São paulo, oferecem boas perspectivas para os investidores, por se tratar de áreas que contam com todo o necessário para tornar-se uma alternativa atraente para se viver.

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Você tem uma personalidade empreendedora? Descubra aqui

O que é necessário para empreender? Alguns dirão que coragem, outros que determinação. As pessoas com espírito empreendedor costumam reunir, entre muitas outras, algumas características que os levam a desenvolver as suas ideias e projectos contra vento e maré. É por isso que apresentamos-lhe alguns traços importantes da personalidade empreendedora. O bom é que, se não as tiver, perfeitamente, você pode cultivá-las para assim começar com o pé direito o seu caminho para o empreendedorismo.
São não-conformistas
É difícil encontrar alguém com personalidade empreendedora que se conforme com seu salário, com o preenchimento de uma única fase de estudos superiores, ou até mesmo com as tarefas diárias no escritório. De fato, querer sempre mais é fundamental para realizar um empreendimento a bom porto. Como fortalecer essa qualidade? Trata-se de melhorar a cada dia e tenta sair de sua zona de conforto. Desta forma, você saberá enfrentar novos desafios e lhe dará as ferramentas para superá-los.
São inovadores
Os empreendedores costumam apostar em novas formas de fazer as coisas, porque se projetam para o futuro e compreendem a rapidez com que evolui o mercado. Quem tem uma personalidade empreendedora é capaz de reconhecer que ações tomar hoje para obter frutos de amanhã, e não tem medo de tentar. Você também pode desenvolver essa qualidade, simplesmente, fazendo as coisas de forma diferente, desde o fato de se preparar um café até como enfrentam diante de novas oportunidades de trabalho.
São perseverantes
As pessoas com personalidade empreendedora, compreendem que, se fecha uma porta, abrem-se outras. A concorrência não oprime, mas que as motiva para encontrar formas mais originais de abordar projetos e oferecer algum produto ou serviço. Como desenvolver esta qualidade? Simplesmente não jogue a toalha diante de um fracasso. Insistir, persistir e alcançar são três palavras que definem as pessoas empreendedoras.
Não importa se você está trabalhando para alguém mais, em casa cuidando de seus filhos ou procurando o negócio perfeito para investir, certamente você é capaz de colher a sua personalidade empreendedora e apostar nesse projeto que você tem em mente. Investir em algum bem de raiz? Como Iniciar a sua própria linha de sobremesas? O projeto é o de menos, se a sua atitude é a adequada, pode levar a bom porto o que você tem em mente.
Estão dispostos a assumir riscos
As personalidades empreendedoras sabem que a possibilidade de fracassar é real, mas dentro de seu DNA, a emoção que lhe vá bem, consegue ser muito superior ao medo de perder, sendo uma característica muito importante deles. A maioria das pessoas buscam segurança, mas um empreendedor busca de liberdade e de marcar a diferença na sua geração.
São resilientes
As personalidades empreendedoras estão mais dispostas a suportar críticas do seu ambiente familiar mais próximo e suportar adversidades, como comentários do estilo: “isso não é possível de fazer aqui”, “você vai fracassar”, “ninguém conseguiu fazer até agora”, etc., apesar de isso seguem em frente com seus objetivos até a sua realização.
São visionários
Os empresários são tipos de pessoas que, quando outros dizem que o mal que as coisas estão em uma determinada área da sociedade, eles dizem, porque não podemos mudá-las e melhorá-las.

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Como eu sei quanto vale a minha propriedade?

Para vender, arrendar ou simplesmente saber quanto vale a sua casa, você deve, necessariamente, passar por um processo chamado de fixação do preço de uma propriedade ou imóvel. Este importante trâmite legal tem uma série de características que lhe explicaremos a seguir.
Quem é o avaliador?
Trata-Se de um profissional qualificado e inscrito no Serviço de Habitação e Urbanismo (SERVIU). Geralmente são arquitetos, mas as avaliações também podem ser realizadas por engenheiros agrônomos ou em construção. Devem ter independência e nulos interesses envolvidos, que são monitorados por instituições estatais.
Você pode solicitar esta prestação de avaliação fiscal com o Serviço de Impostos Internos (SII), ou contratar um avaliador particular ou pertencente a uma empresa especializada.
Em que consiste?
A fixação do preço de um imóvel é muito importante para saber o valor de mercado na venda, compra ou aluguel de um bem de raiz. O trabalho do avaliador consiste em coletar e avaliar dados, para então emitir um documento legal que indique o preço do imóvel.
Mas, neste processo intervêm inúmeros fatores de medir a vós. Por exemplo, a distribuição de moradia, situação de mercado, localização geográfica e manutenção do imóvel.
Além disso, a fixação do preço pode ser dividida em três abordagens: de custo para estimar o valor de restauração, de comparação para avaliar a residência de acordo com propriedades próximas, e de rentabilidade para determinar a possível renda que se pode obter de um produto imobiliário.
Para que serve?
O processo de fixação do preço de uma propriedade impede que a sua casa seja vendido ou arrendado a um preço inadequado, seja muito alto ou muito baixo. Este documento serve para uma grande variedade de procedimentos legais, como conseguir um crédito hipotecário no banco, comprar um seguro, resolver uma herança familiar ou negociar a compra de um bem de raiz, entre outros.
Além disso, é importante saber que o valor entregue pelo avaliador tem data de validade. É por isso que, às vezes, é necessário fazer uma re-avaliação, o que você recomenda fazer em decisões que envolvam compra e venda, arrendamentos, novas hipotecas, testamentos ou aportes de capital em sociedade.
Como você vê, saber o valor de um imóvel é fundamental antes de realizar um investimento ou começar a alugar, comprar ou vender uma casa.

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