Baixa “taxa de Substituição”, fazem com que cada vez mais pessoas se transformam em investidores

Razões para investir em imóveis não pertencem, hoje, cada vez são mais os que se atrevem a compra de imóveis e, sem dúvida, ninguém se arrepende. De acordo com o último estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE), a média de taxas de substituição por economia de pensões no Chile baixo da média, em relação aos outros 34 países que reúne esta agrupamento. Se não sabia, as taxas de substituição é a relação percentual entre o último salário recebido em sua vida de trabalho, em relação ao montante de sua futura pensão.
De acordo com o jornal el Mercúrio, o estudo da OCDE fez um cálculo da taxa de substituição líquida para homens e mulheres de países da organização, de acordo com os trechos de meses de contribuições. E para o nível mais baixo de negociação, no Chile obtiveram-se as taxas de substituição de um 13,6% da vida de trabalho para os homens e 13,3% para as mulheres, versus a atingida pela OCDE, que jogou um 30,9%, ou seja, existe uma lacuna de mais do dobro em relação a outros países.
Em termos simples, Cristian Lecaros, Gerente Geral de Investimento Fácil, explica a modo de exemplo, que “se alguém está cotada por um salário de r $300.000, as taxas de substituição são de apenas 13%, ou seja, a aposentadoria de que essa pessoa seria de r $39.000”, declara.
É por isso, argumenta o especialista, que a necessidade de investir no património imobiliário é cada vez maior, “já que sua aposentadoria está em ações, e não pode deixar que o seu dinheiro esteja afecto aos caprichos do mercado, e como não há mudanças estruturais no sistema de pensões, as pessoas têm que se capacitar para melhorar seus números de forma paralela a este sistema de AFPs, que é obrigatório”, afirma.
Assim, mais do que gerar dinheiro por meio de APVs, por exemplo, a melhor alternativa é investir em imóveis, “já que, tendo a r $100.000 mensais disponíveis para a poupança, posso pagar um pé em 40 quotas por exemplo (projecto a 3 anos), o que me gerou uma renda de r $250.000 -valor aluguel de propriedade de 1.500 UF – como complemento a minha aposentadoria”, explica.
Daí que a rentabilidade imobiliária seja muito atraente frente ao atual sistema que, como vimos, é insuficiente para ter um bom passar depois que eu me aposentar.
De acordo com Lecaros o convite é para se informar, instruir-se e de pensar de hoje no futuro, já que “investir em imóveis vai ser o melhor complemento para sua aposentadoria a partir de qualquer ponto de vista que se olha”, conclui o especialista.

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