Como encontrar o locatário ideal?

Tal como o avaliamos em nosso post de os Quatro mitos sobre investimentos imobiliários, existe o receio por parte de alguns investidores, que muitas vezes indicam que “os locatários nunca pagam”, afirmação que não é verdadeira.
No entanto, é preciso reconhecer que esse problema afeta uma quantidade significativa de pessoas, e são precisamente os investidores, em conjunto com seus corretoras de imóveis, os responsáveis de escolher um bom perfil de locatários que não gerem este tipo de futuros conflitos.
Para isso, é necessário realizar diagnósticos e avaliações anteriores para os novos inquilinos, com o propósito de verificar que estes possuam um bom comportamento no mundo financeiro e que se possam minimizar os riscos de pagamento, independentemente se existe ou não um seguro de aluguel ou não.
É fundamental que o possível locatário de um departamento possui um excelente desempenho comercial prévio e seja uma pessoa econômica estável, isso significa que não tenha qualquer tipo de problemas com DICOM, e por outro lado está em uma fase ativa de trabalho de com contrato por tempo indeterminado, antiguidade de, pelo menos, um ano e de preferência que trabalhe para uma empresa com pelo menos 5 anos no mercado.
Por outro lado, também existem opções com as que o locador pode minimizar o risco de não pagamento, e, ao respeito, nosso CEO, Cristian Lecaros, em entrevista com 24 Horas, indicou que “o fundamental é estabelecer um contrato de aluguel completo e claro, que é um acordo entre as partes, para deixar constância de que os direitos e deveres de cada um, este é imprescindível que seja protocolado em cartório para a sua validade jurídica”.
“O Ideal é se proteger estipulando um pagarei por alguns meses de renda, por se apresentarem duas situações: uma, que me deixem de pagar, e eu poder protestar esse te-ei, e dois: porque, como o locatário só documenta garantia de um mês para o aluguel, no caso de que tivessem danos ou mau uso do imóvel, eu com esse pagarei poderia protestarlo em um eventual julgamento, onde exija os custos associados aos arranjos que tivesse que fazê-lo para a propriedade. Esse é o fim do pagarei”, disse Cristian na referida entrevista.

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