Descubra o nível de inadimplência dos chilenos

Com uma média de 1,79%, a inadimplência dos chilenos atingiu o seu ponto mais baixo. Assim, concluiu um estudo publicado pela Superintendência de Bancos e Instituições Financeiras (SBIF), que além disso, salientou que estes números são semelhantes às apresentadas antes da crise do subprime. Em geral, por cada milhão de pesos colocados, r $18.000 encontram-se pagamentos com pelo menos um dia de atraso.
Atrasos de pagamento por setores
No entanto, a inadimplência dos chilenos não é a mesma em todos os setores do país. Há regiões onde os números superam amplamente a média nacional, especialmente na carteira comercial:
Arica e Parinacota (2,61%).
Atacama (2,74%).
Coquimbo (2,75%)
Quanto à inadimplência dos chilenos por comunas, ouro preto tem a maior taxa de mora total (3,5%) -90 dias ou mais -, enquanto que a Providência é a que representa a maior taxa de mora de consumo (5,1%), com mais de 50.000 pesos não pagos por cada milhão colocado.
A diminuição geral pode obedecer aos bons hábitos financeiros que foram adquiridos os chilenos ao longo do tempo, mas também às diferentes ações promovidas pelo Estado para que os credores recuperarem suas carteiras vencidas, como a Lei de Insolvência e Reemprendimiento.
Não cantar vitória
Embora o estudo revela que a inadimplência diminuiu, o certo é que o chileno ainda não se transforma em um bom saver, endividando-se em despesas que não representam um benefício real, como seriam os investimentos com retorno a curto prazo. De facto, os sectores onde a média de não pagamento é mais alto são os de consumo e comercial.
Carteira de consumo 2,6%
Carteira comercial 2,2%.
Carteira hipotecária 0,7%.

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