Existem diferenças entre as dívidas ruins e dívidas boas?

Calcula-Se que pelo menos 73% das famílias chilenas tem alguma dívida, por isso que aprender a distinguir as boas das más é vital para poder gerenciá-las e tomar melhores decisões financeiras.
Mas, o que é uma dívida?
Em termos económicos, entende-se por dívida à obrigação que uma pessoa tem de pagar por um serviço recebido, dentro de um prazo determinado. Apesar de que em algumas ocasiões podem chegar a acumular-se e gerar instabilidade financeira, a chave para lidar com elas está em como as podemos. Se o fizermos bem, eles até nos benefícios decorrentes.
As dívidas boas
Uma dívida boa, em termos simples, é aquela de que teremos mais benefícios do que perdas, seja porque o adquirido irá aumentar o seu valor com o tempo, gerar renda ou bem, poderia eventualmente ser vendido por um preço superior ao pago.
O exemplo mais claro de uma dívida boa é que são os bens imóveis. Muitas pessoas se endeudan em créditos hipotecários, a fim de arrendar as propriedades adquiridas e, assim, obter uma renda extra, e até mesmo pagar com isso mês a mês o valor solicitado.
Outros tipos de dívidas boas são as dotações para iniciar um negócio, fazer um curso superior ou um empréstimo para comprar um veículo que sirva como táxi ou coletivo.

As dívidas ruins
Por outro lado, estão as dívidas ruins. Estes são todos os compromissos financeiros que adquirimos para aceder a bens ou serviços que não podemos pagar. Geralmente, tratam-se de objetos que não precisamos e que acabam cobrindo muitos anos, prazo (com grandes taxas de interesse adicionais), produciéndonos assim uma grande perda, em vez de lucros.
Um exemplo de dívidas más seria comprar um automóvel último modelo, enquanto você ainda está lutando para pagar a sua casa: provavelmente o seu salário não vai pegar para as duas coisas e você terá repactar ou renegociar, ampliando mais o montante a cobrir.

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