O que fazer quando o locatário é polêmica e não paga?

Se bem que não é habitual ter inquilinos que não pagam ou não cumprem com seus deveres, existem. Algumas de suas práticas se traduzem em não pagar o aluguel, ter má convivência com os vizinhos ou fazer mau uso das instalações da propriedade. Mas, para não terminar em tribunais e com uma dor de cabeça, o mais importante é a prevenção, fazendo uma boa avaliação ou escolha da pessoa que irá usar a nossa propriedade.
Segundo Cristian Lecaros, Ceo da plataforma de InversiónFacil.com “o fundamental é estabelecer um contrato de aluguel completo e claro, que é um acordo entre as partes, para deixar constância de que os direitos e deveres de cada um, este é imprescindível que seja protocolado na venda para a sua validade jurídica”, explica.
Se bem que o melhor conselho que entrega o especialista é a de que é melhor prevenir do que remediar, fazendo uma boa seleção do locatário e resguardándose com o contrato notarial, há sempre uma percentagem de risco que devemos assumir. Para isso, aponta Lecaros, o ideal é se proteger estipulando um pagarei por alguns meses de renda, por se apresentarem duas situações: uma, que me deixem de pagar, e eu poder protestar esse te-ei, e dois: porque, como o locatário só documenta garantia de um mês para o aluguel, no caso de que tivessem danos ou mau uso do imóvel, eu com esse pagarei poderia arcar com os arranjos que tivesse que fazê-lo para a propriedade. Esse é o fim do retribuirei”, diz.
Dito o anterior, o especialista indica que, desde a primeira instância, para exigir o pagamento do aluguel ou o bom comportamento do locatário é o diálogo, ou seja, esgotar todas as instâncias de conversa e acordo entre as partes, já que “sempre é melhor um bom acordo do que um mau julgamento”, comenta Lecaros.
Por isso, a seleção ou avaliação prévia do arrendatário é fundamental, ou seja, que o candidato tenha, por exemplo: um bom comportamento comercial, estabilidade no emprego, pelo menos, um ano de trabalho com contrato por tempo indeterminado e trabalhe em uma empresa sólida, com estes requisitos se minimizarán os riscos ou problemas futuros que possam sendo acionado.
Se as instâncias de diálogo não fossem bem sucedidas, o próximo passo é o legal. Contratar um advogado e fazer cumprir as cláusulas do contrato para pôr fim a este. “No melhor cenário, entre 3 a 6 meses, você poderia tirar um locatário do imóvel, sempre e quando se tenha realizado previamente um contrato de venda e tendo um bom advogado”, explica o especialista.

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